




conhece a zona: "este tem 6 metros de frente" refere-se, por estranho que pareça, ao stand do PS, não ao concelho do Seixal). Se o PS não tem espaço e não pode participar, a culpa é da "ditadura comunista" no Seixal.




O incêndio, cujas causas estão ainda por determinar, pode ter tido mão humana. "Isto foi fogo posto", garante Virgílio Pereira, proprietário de um restaurante situado em frente ao prédio, referindo que o cheiro a fumo começou logo pela manhã, apesar de o alerta ter sido dado às 14.30 horas. "Há cinco dias preveni que isto era um rastilho de pólvora por causa dos buracos que dão acesso a estes imóveis. Era só mandarem algo para o interior. Eu disse que era urgente", recorda.
Os bombeiros conseguiram evitar que o fogo chegasse a um armazém com material das marchas populares, aos depósitos de gás e de combustível dos autocarros da Transportes Sul do Tejo a cerca de 200 metros e à Estação de Tratamento de Águas Residuais, localizada nas traseiras.Raul Solnado (Lisboa, 19 de Outubro de 1929 — Lisboa, 8 de Agosto de 2009).
Video da TV Record (São Paulo, Brasil): "Durante o show do dia 7 de 7/07/67 o comediante português Raul Solnado mostra todo seu talento com o inesquecível Otelo Zeloni."
Raul Solnado focou conhecido como humorista e - ainda nos anos 60 - precursor em Portugal do estilo a que hoje se chama "stand up comedy". Mas o seu talento não se esgotava no "humor". (Felizmente...) Foi um actor versátil (e talvez subaproveitado para "papéis sérios"). Não me esquecerei, nunca, do seu desempenho na "Balada da Praia dos Cães", filme de José Fonseca e Costa, a partir do livro homónimo de José Cardoso Pires. A rábula "A Guerra" fazia parte do meu imaginário infantil e "radiofónico"; mas foi com o filme de Fonseca e Costa que apreciei, verdadeiramente, o talento do grande Raul Solnado. Grande, mesmo! Inesquecível, mesmo!

todos os meios não se renderem, efectuaram, então, duas tentativas para obter água, descendo a barroca atrvés de um caminho que fizeram até junto ao rio Tejo. Na primeira tentativa, conseguiram iludir a vigilância inimiga, mas à segunda vez, cerca de cem castelhanos que se encontravam escondidos entre os penedos, atacaram de surpresa os 17 almadenses que transportavam diversas tinas. Desta escaramuça, os portugueses sofreram três mortes e os restantes feridos de setas e de dardos, ainda conseguiram levar para o castelo dois odres meos dagua".






Eu até nem fui um grande fã de Michael Jackson. Mas há algumas músicas dele que me agradaram particularmente. Acima de todas, este tema - Black or White - e este vídeo. Pela música, sim. Mas, principalmente, pela mensagem. E, não menos, pelos efeitos especiais que - no início da década de 90, note-se - eram inovadores e serviam para contar uma história (em vez de servirem só para criar espalhafato).






Esta notícia, que dá conta do advento da Década do Osso, foi escrita por mim ("com agências" - no caso, com a Lusa, que era, nesse tempo, uma das referências do jornalismo em Portugal). É de Dezembro de 1999 e foi publicada no número 2 do Jornal D'Hoje.
A Década do Osso iria começar (começou) em Janeiro de 2000. E, tratando-se de uma década que começa em zero, deve terminar, pelas minhas contas, em Dezembro de 2009. Portanto, estamos no último ano da Década do Osso, certo?
Ora, uma década do osso (tratando-se, ainda por cima, desta década) seria uma fonte de inspiração para humoristas informados, competentes e minimamente criativos. Mas parece que a década do osso só nos trouxe "humoristas" ignorantes, tecnocratas e razoavelmente incompetentes. Ou é impressão minha?
Quanto à (propriamente dita, e por extenso) Década do Osso e da Articulação, que agora termina, alguém deu por ela? Que medidas de sensibilização foram tomadas? Que informação foi prestada ao público (dando de barato que os profissionais da Saúde terão sido devidamente formados e informados nesta matéria)? E quais os investimentos - e respectivos resultados - na profilaxia e tratamento destas doenças que, em 1999, eram - segundo a OMS - "a maior causa de morbilidade em todo o mundo"?
Pode ser que em Dezembro tenhamos direito a um balanço e contas desta campanha...
E, entretanto, toca a beber leitinho. A publicidade ao leite, feita pelos respectivos produtores é, por agora, a única coisa visível desta campanha. Vá lá... é alguma coisa. E é saudável, convenhamos.
Apesar da pouca informação sobre o assunto, existe, no entanto, um relatório de actividades do período 2003-2005, disponível no site da Sociedade Portuguesa de Ortopedia eTraumatologia:http://www.spot.pt/decada.asp






