No meio da pobreza franciscana que são as publicações de distribuição gratuita (ou a 0,01 euros, o que é a mesma coisa) que têm vindo a proliferar por aí, salvam-se algumas excepções (raras e honrosas, apetece-me dizer).
É o caso do Jornal da Região, que melhorou bastante desde que eu o conheci (também não era difícil...), tanto que agora até faz boa figura junto da "concorrência" (mas com a concorrência que existe, basta não se ser muito mau para fazer boa figura, não é...?).
Mas a "honrosa excepção" de que eu vos quero falar agora é o Notícias de Almada.
Ou seja, este jornal
É o caso do Jornal da Região, que melhorou bastante desde que eu o conheci (também não era difícil...), tanto que agora até faz boa figura junto da "concorrência" (mas com a concorrência que existe, basta não se ser muito mau para fazer boa figura, não é...?).
Mas a "honrosa excepção" de que eu vos quero falar agora é o Notícias de Almada.
Ou seja, este jornal

que tem como chefe de redacção o conhecido (nos meios da imprensa local) Fernando Fitas, e conta também no seu corpo redactorial com os jornalistas e/ou colaboradores Cátia Rodrigues, José Pina e José de Freitas. Vai no segundo ano de publicação e a edição a que me reporto é a número 98, de 27 de Abril de 2007.
É, portanto, um jornal já crescidinho.
Tão crescidinho, tão crescidinho, que já devia ter aprendido a evitar inserir na primeira página "bacoradas" como a que se segue:
É, portanto, um jornal já crescidinho.
Tão crescidinho, tão crescidinho, que já devia ter aprendido a evitar inserir na primeira página "bacoradas" como a que se segue:

É pena.
Mas, como digo no título em epígrafe, no melhor pano cai a nódoa.
E não será isso que me vai impedir de continuar a ler, com a atenção devida, esse órgão de comunicação social local. Órgão que, pelo menos, "meche" as águas do pântano jornalístico em que, desgraçadamente e para mal dos nossos pecados, se tornou a comunicação social local e regional deste nosso Portugal, nestes anos mais recentes.
(O que é que foi, não posso dizer também umas frases assim a atirar para o neo-pseudo-grandiloquente?... Porquê, isso não é linguagem jornalística? Pois não. E daí?)
António Vitorino
Mas, como digo no título em epígrafe, no melhor pano cai a nódoa.
E não será isso que me vai impedir de continuar a ler, com a atenção devida, esse órgão de comunicação social local. Órgão que, pelo menos, "meche" as águas do pântano jornalístico em que, desgraçadamente e para mal dos nossos pecados, se tornou a comunicação social local e regional deste nosso Portugal, nestes anos mais recentes.
(O que é que foi, não posso dizer também umas frases assim a atirar para o neo-pseudo-grandiloquente?... Porquê, isso não é linguagem jornalística? Pois não. E daí?)
António Vitorino





























