Um trabalho jornalístico publicado em dezembro de 1995. A Lusoponte preparava-se para assumir a concessão exclusiva das futuras travessias do Tejo até Vila Franca de Xira. E havia, ainda, um grande movimento de contestação às portagens (embora já não intenso como o que, em 1994, deu início à derrota do governo PSD - Cavaco Silva).
A História não se repete: continua.
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quinta-feira, março 08, 2012
segunda-feira, setembro 26, 2011
Estacionamento em Almada: quando a propaganda e a realidade vivem em mundos diferentes (parte 2)
Chegou-me hoje à caixa do correio o boletim da Junta de Freguesia de Almada, em cuja contra-capa se encontra este delicioso pedaço de prosa poética:
"Inaugurou no dia, 1 de Junho o último dos 5 novos parques de estacionamento previstos para Almada, designado Parque Capitão Leitão, que será gerido pela ECALMA. O novo parque, à semelhança do Parque Conde Ferreira, em pleno coração de Almada Velha trará decerto grandes benefícios tanto aos residentes, como ao comércio local, aos que usufruem dos serviços e da oferta cultural desportiva, ou apenas ao convívio, das diversas colectividades que enriquecem esta zona, como aos que trazem os seus filhos à escola, como ainda aos turistas que nos visitam e que obrigatoriamente incluem a zona histórica no seu roteiro".
Eu moro na Rua Leonel Duarte Ferreira (rua do incorrectamete chamado "parque Conde Ferreira, em pleno coração de Almada Velha") e até gosto muito de poesia, como se sabe. Mas esta prosa poética é de muito mau gosto e dá vontade de rir, no mínimo. Porque a realidade que toda a gente encontra aqui, há muito tempo - antes, mas também depois da construção dos novos parques - é o que se vê na imagem acima. E Ecalma nem vê-la, na rua do seu próprio parque de estacionamento. Aliás, dizem até que têm "ordens superiores" para não intervir aqui!!!
Mas espera aí... Estou a repetir-me, não estou? Já escrevi isto antes (em Maio) não escrevi?
Pois. Mas o boletim da Junta de Freguesia de Almada também vem agora com a mesma conversa (corte e cola, praticamente) que publicou em Maio passado.
E a verdade - a tal realidade, que todos conseguem ver mas que alguns julgam que se pode tapar com uma peneira - é que o problema, em vez de se resolver, agravou-se! É para isto que se gasta dinheiro em parques de estacionamento: para aumentar - e incentivar! - a utilização ilegal dos passeios e ter às moscas o parque que foi pago com dinheiro de todos nós? E a Ecalma, afinal, serve para quê? (A propósito: continuo à espera de resposta a duas perguntinhas muito simples que fiz à Ecalma. E fiz essas perguntas no dia 25 de Agosto. Há um mês...)
São ceguinhos, perderam a noção da realidade, ou andam só a gozar com os munícipes?
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sábado, junho 26, 2010
O Metro Sul do Tejo, ou mais uma crónica de um país onde tudo se faz muito devagarinho
O primeiro protocolo entre governo e autarquias para a implementação do Metropolitano do Sul do Tejo (MST) foi assinado há 15 anos (precisamente, no dia 18 de Abril de 1995). E previa desde logo o traçado actual, mas muito maior extensão de linhas - ainda na primeira fase devia chegar ao Barreiro e à Costa de Caparica. Não era o "metro de Almada" (como há quem lhe chame hoje). Era, e é, um projecto que se pretende estruturante para as acessibilidades (ou a mobilidade, para usar um palavrão mais na moda) das populações do "arco ribeirinho do Tejo" (concelhos de Almada, Seixal, Barreiro e Moita). Só começou a funcionar em 2008.A Câmara de Almada, que sempre esteve na vanguarda deste projecto, tinha lançado a ideia por volta de 1985 (faz agora 25 anos, e uma década antes do primeiro protocolo). Não sei exactamente porque só dez anos mais tarde um governo e as autarquias locais chegaram a acordo. Mas lembro-me, ainda relativamente bem, desse primeiro trimestre de 1995, quando o processo parecia começar, finalmente, a entrar nos carris.
Enquanto jornalista do quinzenário Sul Expresso fui acompanhando esse assunto. Eis a cronologia dos acontecimentos de 1995, tal como apareceram nas páginas daquele periódico.
A primeira referência ao assunto aparece em Fevereiro desse ano. "A assinatura do contrato de fornecimento do Anteprojecto da Rede Base do Metropolitano Ligeiro da Margem Sul realizou-se no dia 29 de Fevereiro no edifício da Presidência da Câmara Municipal do Seixal", com a presença dos municípios envolvidos - Seixal, Moita Barreiro e Almada - do então secretário de Estado dos Transportes, Guilhermino Rodrigues, e de um representante do consórcio francês liderado pela Semaly-HP-Pret, responsável pela elaboração do "anteprojecto".

Este anteprojecto era, de facto, um estudo de viabilidade técnica e económica, uma vez que, segundo o Sul Expresso, o consórcio iria "efectuar a descrição dos previsíveis financiamentos, referindo vantagens e inconvenientes de cada, para além dois montantes de participação atribuídos a cada entidade que venha a envolver-se no referido projecto", bem como "desenvolver e complementar os aspectos geológicos e topográficos de um estudo da viabilidade da extensão da rede até ao concelho da Moita". (Artigo da jornalista Ana Isabel Borralho).
Note-se, então, que esse primeiro documento já previa a ligação - logo numa fase inicial - dos concelhos de Almada, Seixal e Barreiro, com posterior ligação à Moita.
Isso mesmo adiantava o Sul Expresso (em artigo meu, e julgo que com alguns conteúdos em "primeira mão"), na edição de 29 de Março. O jornal divulgava a planta da rede prevista, tal como fora apresentada (mas não muito divulgada) a 20 desse mesmo mês. "O estudo de viabilidade técnica e económica foi concluído e entregue ao ministro Ferreira do Amaral. No passado dia 20 foi publicamente apresentado (...) em cerimónia que contou com a presença do coordenador do estudo, Fernando Nunes da Silva".

Falou-se de números, nessa apresentação. Segundo a presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, esperava-se "um investimento da parte do Governo de 45 a 60 milhões de contos, com recurso a Fundos Comunitários" e o restante investimento ficaria "a cargo da empresa que vier a contruir e a explorar a rede". Note-se, então, que desde logo tinha ficado assente que a empresa que construísse a rede seria a mesma que a iria explorar. Dito de outra forma: quem explora o serviço teria a "obrigação" de construir os equipamentos.
Apontavam-se também datas. A primeira fase, "fazendo a ligação Barreiro/Almada/Pragal" devia estar concluída em 1999. Ou mesmo antes disso (por volta do final de 1997) porque "a tecnologia utilizada permite a abertura de troços quilómetro a quilómetro" , como garantia o coordenador do estudo de viabilidade.
No dia 5 de Abril, a Câmara de Almada aprovava o estudo, em sessão pública, "por unanimidade e com direito a palmas" - como reportava o Sul Expresso (Ana Isabel Borralho) - e com declarações de voto a favor do projecto por parte de vereadores da CDU e do PSD. No que dizia respeito a contas, "caberá às câmaras pagar 20%, ficando o governo, através da CP, responsabilizado em 80%, ou seja: 150 mil contos a CP e 7.500 contos cada câmara".Faltava só formalizar a parceria governo-autarquias, com a assinatura do "protocolo para o desenvolvimento do metropolitano ligeiro na margem sul do Tejo". Esse momento tão aguardado chegou a 18 de Abril de 1995, nos Paços do Conselho da Câmara Municipal do Barreiro. E eu tive a sorte, ou o privilégio de fazer a cobertura desse acontecimento que se supunha histórico (na verdade acho que tive mas foi a lata de me oferecer - e insistir muito - para fazer esse "serviço").
Com praticamente tudo dito por parte das autarquias e dos autores do estudo, esperava-se muito da intervenção do então Ministro das Obras Públicas, Ferreira do Amaral. E ele não defraudou as expectativas. Garantiu a disponibilidade do Governo para apoiar a concretização da obra pública. Mas fez mais. Fez uma grande declaração de intenções sobre a importãncia de investir no desenvolvimento dos caminhos de ferro para "revolucionar os meios de transporte", de forma a "transportar mais pessoas, mais frequentemente, mais utilmente e com maior comodidade".

Poucos meses mais tarde, mudava o Governo. Com o novo Executivo, todo este trabalho volta para a gaveta. E as populações do "arco ribeirinho do Tejo" continuam (até hoje!) a ter de fazer percursos estranhos e pouco lógicos para se deslocarem de transportes públicos entre dois grandes centros urbanos, ainda por cima tão próximos, como Almada e Barreiro!
Passam 4 anos. Em 1999 (ano que se previa ser o do arranque da exploração do Metro Sul do Tejo!) é assinado um novo protocolo. Mas é preciso aguardar ainda mais 2 anos até que, em 2002, a obra é finalmente adjudicada... para ficar concluída seis anos mais tarde (mas só numa ínfima parte relativamente ao projecto de 1995)!
Tudo isto já passou à História, dir-me-ão.
Pois passou. Mas era bom que a gente aprendesse alguma coisa com a História. Para quê? Para não repetirmos asneiras do passado, por exemplo. Não é uma boa razão?
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quarta-feira, setembro 16, 2009
Semana da Mobilidade e Dia Europeu Sem Carros

A Semana Europeia da Mobilidade começou esta terça-feira e prolonga-se até 22 de Setembro, data em que se assinala o Dia Europeu Sem Carros. Almada é um dos municípios portugueses que adere à inciativa.
Considerada por muitos como mera operação de propaganda (ou de "cosmética"), a Semana tem, no entanto, impactos reais e permanentes (e positivos, a meu ver) nas zonas onde se realiza.
«Um amplo e diversificado programa será dinamizado ao longo da Semana, que inclui as já conhecidas “Viagens a troco de lixo”, cursos de eco-condução dirigidos aos munícipes, debates, ateliers, passeios de bicicleta, exposições, actividades desportivas e radicais, animação de rua, Roadshow de Energias Renováveis, sessão “CineClima”, Mercado Amigo da Terra, a edição 2009 das “Tasquinhas e Burricadas” em Cacilhas e muitas outras actividades.» (fonte:CMA)
segunda-feira, junho 02, 2008
Buzinão na ponte 25 de Abril? Boa! (Mas não esperem que a História se repita...)
Cito o site Portugal Diário:
A Ponte 25 de Abril foi palco de um buzinão, esta segunda-feira de manhã, destinado a protestar contra o aumento do preço dos combustíveis.
A iniciativa promovida pela Associação Democrática de Utentes serviu ainda para reclamar o fim das portagens, refere a SIC Notícias.
Os utentes consideram que o governo discrimina a margem sul do Tejo, pelo que tencionam mover uma acção contra o Estado português no Tribunal Internacional dos Direitos do Homem.
"Buzina contra o aumento do preço dos combustíveis" podia ler-se nos cartazes junto à ponte.
A iniciativa promovida pela Associação Democrática de Utentes serviu ainda para reclamar o fim das portagens, refere a SIC Notícias.
Os utentes consideram que o governo discrimina a margem sul do Tejo, pelo que tencionam mover uma acção contra o Estado português no Tribunal Internacional dos Direitos do Homem.
"Buzina contra o aumento do preço dos combustíveis" podia ler-se nos cartazes junto à ponte.
Fonte: Portugal Diário
E agora as minhas notas soltas sobre o assunto (pois sim, é uma piada, mas leiam na mesma):
Concordo com este buzinão. Nunca é demais lembrar que a Ponte 25 de Abril está paga e mais que paga, e que os utentes não têm nada que continuar a encher os bolsos à Lusoponte.
Concordo também com o que disse Aristides Teixeira, na referida reportagem da SIC Notícias: não só temos o problema da ponte, como temos também os transportes públicos mais caros do país.
Concordo também com o que disse Aristides Teixeira, na referida reportagem da SIC Notícias: não só temos o problema da ponte, como temos também os transportes públicos mais caros do país.
Portanto, acho muito bem que os cidadãos da Margem Sul voltem a manifestar o seu "direito à indignação".
Mas, para dizer a verdade, não espero ver nada que se pareça com o protesto de 1994. (Que podem ver clicando no link seguinte:)
segunda-feira, setembro 17, 2007
«A cidade do futuro não vai ser mais a cidade do automóvel»
Nesta Semana Europeia da Mobilidade, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Alberto Costa, garante que o futuro passa pela utilização de meios de transporte colectivos e menos poluentes que os automóveis. Ora vejam este vídeo:

(É só clicar na imagem para ver o respectivo vídeo: um trabalho jornalístico da SIC)
Para o caso de não terem percebido alguma coisa, aqui vai a transcrição das declarações do autarca socialista:
«A cidade do futuro não vai ser mais a cidade do automóvel. O automóvel vai ser um meio de transporte muito interessante para circular fora das cidades. Vai ser crescentemente menos interessante para circular dentro das cidades. Vai ser assim em todas as cidades modernas e vai ser assim também necessariamente em Lisboa. Portanto temos que ir construindo alternativas: transporte colectivo e outros meios de transporte individual não poluentes, como seja por exemplo a bicicleta.»
E eu estou, mais uma vez, de acordo!
É assim mesmo! Mais transportes públicos, mais zonas pedonais, mais ciclovias... e menos automóveis!
Já sei que, por este andar, alguns ainda me chamarão "socialista" (leia-se: militante e/ou simpatizante do PS)!
Mas não sou!!! (Aliás, eu já vos disse qual é a minha opção política... Se não leram, ou se já não se lembram, cliquem aqui.)
De resto, devo confessar-vos que nem sequer conheço a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.
(Temos o mesmo apelido, é verdade, mas julgo que isso será apenas uma daquelas coincidências da vida, e tal...)
Portanto, estou safo, não é?

(É só clicar na imagem para ver o respectivo vídeo: um trabalho jornalístico da SIC)
Para o caso de não terem percebido alguma coisa, aqui vai a transcrição das declarações do autarca socialista:
«A cidade do futuro não vai ser mais a cidade do automóvel. O automóvel vai ser um meio de transporte muito interessante para circular fora das cidades. Vai ser crescentemente menos interessante para circular dentro das cidades. Vai ser assim em todas as cidades modernas e vai ser assim também necessariamente em Lisboa. Portanto temos que ir construindo alternativas: transporte colectivo e outros meios de transporte individual não poluentes, como seja por exemplo a bicicleta.»
E eu estou, mais uma vez, de acordo!
É assim mesmo! Mais transportes públicos, mais zonas pedonais, mais ciclovias... e menos automóveis!
Já sei que, por este andar, alguns ainda me chamarão "socialista" (leia-se: militante e/ou simpatizante do PS)!
Mas não sou!!! (Aliás, eu já vos disse qual é a minha opção política... Se não leram, ou se já não se lembram, cliquem aqui.)
De resto, devo confessar-vos que nem sequer conheço a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.
(Temos o mesmo apelido, é verdade, mas julgo que isso será apenas uma daquelas coincidências da vida, e tal...)
Portanto, estou safo, não é?
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sexta-feira, agosto 10, 2007
GRANDE PASSATEMPO DE VERÃO !!!
Entre estas duas imagens existem algumas diferenças.
Descubra-as e habilite-se a mirabolantes prémios.


Descubra-as e habilite-se a mirabolantes prémios.


Está difícil? Ora…
Vá lá, eu dou uma ajudinha…
Aqui vai:
Em cima, temos uma imagem captada dentro de um autocarro dos TST (Transportes Sul do Tejo), algures entre Cacilhas e a zona central de Almada.
Obs: Os TST são uma empresa do Grupo Arriva
Em baixo, uma imagem captada, algures entre a Cova da Piedade e Corroios, dentro de uma carruagem do Metro Sul do Tejo (MST), cuja operadora se denomina Metro Transportes do Sul (MTS).
Obs: o MST é uma operadora do Grupo Barraqueiro.
Então, já se sentem capazes de dar uma resposta?
Ainda não?
Então, aqui vai mais uma ajudinha (e atenção, que é a última).
Nunca, em caso algum, respondam «o Grupo Arriva e o Grupo Barraqueiro são quase a mesma coisa» ! Lamento mas não posso aceitar esse tipo de resposta.
Porquê?
Porque a pergunta era sobre as diferenças, e não sobre as semelhanças.
Descubram, pois, as diferenças! (E não as semelhanças…)
Vá lá, eu dou uma ajudinha…
Aqui vai:
Em cima, temos uma imagem captada dentro de um autocarro dos TST (Transportes Sul do Tejo), algures entre Cacilhas e a zona central de Almada.
Obs: Os TST são uma empresa do Grupo Arriva
Em baixo, uma imagem captada, algures entre a Cova da Piedade e Corroios, dentro de uma carruagem do Metro Sul do Tejo (MST), cuja operadora se denomina Metro Transportes do Sul (MTS).
Obs: o MST é uma operadora do Grupo Barraqueiro.
Então, já se sentem capazes de dar uma resposta?
Ainda não?
Então, aqui vai mais uma ajudinha (e atenção, que é a última).
Nunca, em caso algum, respondam «o Grupo Arriva e o Grupo Barraqueiro são quase a mesma coisa» ! Lamento mas não posso aceitar esse tipo de resposta.
Porquê?
Porque a pergunta era sobre as diferenças, e não sobre as semelhanças.
Descubram, pois, as diferenças! (E não as semelhanças…)
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sexta-feira, junho 22, 2007
Buzinão na Ponte 25 de Abril
Foi em 1994. Lembram-se?
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sexta-feira, maio 25, 2007
Uma BD política (de 1991)
Já que se fala tanto de Margem Sul...

...é sempre bom lembrar...

... que os problemas não são de agora!
(e podem ver também um poema meu,
mais ou menos sobre o mesmo assunto,
no blog Debaixo do Bulcão)

...é sempre bom lembrar...

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(e podem ver também um poema meu,
mais ou menos sobre o mesmo assunto,
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