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quinta-feira, agosto 02, 2007

SOCORRO!!!


Esta imagem é de ontem, mas só a coloquei agora neste blogue porque ainda não tinha conseguido parar de rir. E quando não consigo parar de rir, também não consigo fazer mais nada. Defeito meu...Enfim...Para quem não é de Almada e, por essa razão, não entende a piada, terei o maior prazer em explicar.

Aqui vai:

Esta senhora é Maria Emília Guerreiro Neto de Sousa, presidente da Câmara Municipal de Almada, eleita pela primeira vez há tantos anos que eu já lhes perdi a conta, e desde então sucessivamente reeleita para o cargo, vá lá a gente entender porquê.

Antes de ser Presidente da Câmara, Maria Emília era a vereadora responsável pelos espaços verdes, na mesma autarquia. (Deve ser por isso que não gosta de árvores, não vos parece?...)


Isto é uma moto-serra.







E isto...
Ehlá!... que raio de piada de mau gosto é esta?Não faço a mínima ideia de como isto veio aqui parar!

Francamente!

Este blogue é um blogue sério!!!

E então,

como isto é um blogue sério, que tal falarmos de coisas sérias?
Sim, é verdade que a autarquia anda por aí a deitar abaixo tudo o que é árvore na zona de obras do Metro Sul do Tejo (MST). E é verdade que podia, pelo menos, dar algumas explicações aos munícipes, não é?
Tipo: isto é mesmo necessário? Porquê, não havia outra solução? E como será requalificada
aquela zona? Vai ter mais árvores? Mais equipamento? Mais espaços verdes?Deviam esclarecer isto, não deviam? Pois é!
Mas, esperem aí... por acaso alguém perguntou?Eu até agora tenho visto (na praça pública, pois é disso que aqui se trata) muito barulho à
volta desta história das árvores... mas ainda não vi ninguém preocupar-se em exigir, por
exemplo, que o quiosque "plantado" no Largo Gabriel Pedro - e que serve, supostamente, para exibir esse tipo de informação - abra ao público e revele, finalmente, os até agora
insondáveis mistérios que todos desejamos desvendar.
Ou não desejamos?
Eu cá já começo a duvidar de tudo!...
Por exemplo: muito se falou do suposto incumprimento por parte da Câmara de uma promessa que fez sobre a transferência de árvores para o Parque da Paz. E eu, armado em parvo, também alinhei no coro de protestos... Mas não é que a Câmara, afinal, até tinha explicado muito bem aquilo que ia fazer?Não acreditam?Então leiam! Está aqui! Nas páginas de um Boletim Municipal!






Ora bolas!
Então e (deixem-me lá chover no molhado, pronto!...) isto é só derrubar árvores, só derrubar árvores?... Quer dizer, não vai haver mesmo mais espaços verdes? Vai ficar tudo pior?...




Bem, ou a minha memória já não é o que era, ou esta zona da Cova da Piedade, ainda há pouco tempo, não passava de uma ribanceira semeada de ervas daninhas!



Não era?
E agora, não tem novos equipamentos? Não tem espaços verdes?
E não tem árvores? (Está bem, são ainda pequeninas... mas as árvores são como o sentido de humor: não crescem de um dia para o outro.)
Ah, é verdade: e será que estas árvores provocam, ou não provocam, alergias? É que eu lembro-me (se a minha memória não me engana, já se sabe...) de algumas campanhas que se fizeram ainda não há muito tempo para "obrigar" a Câmara de Almada a deitar abaixo uma certa quantidade de plátanos e choupos. (E a Câmara fez isso mesmo,e anunciou no Boletim Municipal que iria substituir essas espécies por outras, mais amigas dos indignados munícipes...) Então, há meia dúzia de anos esses vegetais eram "maus" e agora, de repente, passaram a ser os "bons"?
Eu já não entendo nada!Estas obras são, como se tem dito, um filme de terror assim tão arrepiante?
Se calhar... Mas então, não andamos a ver o mesmo filme.
É que eu cá tenho andado a ver outro, que se chama "Socorro! Falta-me o ar e ainda me dá uma coisinha má se não posso mais trazer o carro para o centro da cidade e de preferência estacioná-lo mesmo em frente à porta de casa ainda que isso signifique metê-lo em cima do passeio e os peões que circulem pela avenida se quiserem porque é para isso mesmo que ela serve".
Mas descansem. Este filme (como o próprio nome indica, aliás) não é de terror: é apenas uma pequenina comédia. E daqui a algum tempo já ninguém se vai lembrar dele.
Agora um PS (que, como já vos expliquei, não significa Partido Socialista, mas sim post scriptum) para os dois elementos da actual vereação que eu conheço, e de quem sou amigo
desde os anos 80 do século passado (embora não nos encontremos há anos o que, para o caso, até é uma vantagem): Então, pessoal, estão a ver como eu só digo bem da Câmara? E ainda há por aí quem me considere um vendido desavergonhado!... Só que, vejam lá, isto de falar bem só por falar... como dizem os brasileiros, não dá! Eu quero ver é guita! Até porque,
ultimamente, o principal financiador deste blogue (consta por aí que é o Bin Laden, e eu ainda não desmenti...) tem andado a baldar-se às suas obrigações.

Bem, eu estou para aqui a falar, mas sei de antemão que este apelo vai cair em saco roto.

Afinal, quem pode confiar numa Câmara Municipal gerida por energúmenos que não gostam de árvores?

quarta-feira, julho 25, 2007

Será culpa das obras do metro?



Um carrinho... dois carrinhos... três carrinhos... quatro carrinhos... estacionados lado a lado, ocupando toda a faixa de rodagem... Adivinham onde?
Se disseram nas imediações das obras do Metro Sul do Tejo (MST)... parabéns! acertaram em cheio!!!
Este "parque de estacionamento" fica, de facto, em frente às antigas instalações dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Mais concretamente (e para ser mais rigoroso), é um espaço situado na confluência das ruas Elias Garcia (popularmente conhecida como Rua da Pedreira) e Comandante António Feio, com a Rua Cândido dos Reis.
Fica, portanto, muito perto da Avenida D. Afonso Henriques (onde decorrem ainda as aparentemente intermináveis obras do MST).
E muito perto, também, do parque de estacionamento do Morro de Cacilhas (que, à hora a que esta imagem foi captada, estava quase às moscas, diga-se em abono da verdade). E não muito longe - já agora - dos parques de estacionamento do Largo de Cacilhas... onde àquela hora, por acaso, também havia lugares vagos.
Mas será isto culpa das obras do MST, que retiraram lugares de estacionamento aos residentes?Bem...
Eu já conheço Cacilhas há muito tempo (e, aliás, sou tão conhecido por lá que, ainda há alguns anos, numa certa cervejaria era jocosamente apelidado de "senhor Vitorino"). E sei, portanto, que este "parque de estacionamento" existe há muitos anos... E existe assim mesmo, tal como aparece nesta imagem captada sexta-feira, 13 de Julho de 2007, às 20 horas, 08 minutos e 34 segundos (a essa hora já não devia ser para "cargas e descargas", suponho eu).
Mas agora reparem: não é preciso ser o "senhor Vitorino" para perceber isto.
Ou seja (segue-se uma explicação generosa, para os que não me conhecem e não sabem, portanto, qual o alcance pejorativo da expressão "senhor Vitorino"): não é preciso ser eu, há uns dez anos, antes ou depois de mamar umas valentíssimas imperiais em Cacilhas, para esbarrar nestes popós tão bem estacionados.
Basta passar por lá para perceber que a coisa existe, e é permanente.
Mas esperem aí, continuem a ler este artigo...
É que, como sou muito vosso amigo mas mais amigo ainda da verdade, quero mostrar-vos ainda mais uma coisita.
Quero confessar!
Na verdade, a foto que está lá em cima é uma coisa extremamente enganosa e manipuladora.
Olhem antes para esta:

Estão a ver?
Pois é!
Afinal a rua (agora que a vemos nesta perspectiva) não está bloqueada, não senhor!!!
Ainda passa por lá um carrito... Ou mais!
E repararam no sinal de trânsito? Afinal, aquilo é mesmo um parque de estacionamento, não é?Pois.
Mas (desculpem lá...) é um parque para veículos de duas rodas.
E - parece-me a mim - isto que vemos na imagem não são motociclos, nem bicicletas.
Parece-me a mim...
Mas enfim, eu sou o Vitorino, e isto é apenas um blogue de vitorinices... Não é?...
(As fotos são do Rui Tavares - mas a opinião aqui expressa sobre o assunto é de minha inteira e exclusiva responsabilidade)

terça-feira, julho 17, 2007

Ora bem...


alguns de vocês, estimadíssimos visitantes deste blogue, já se devem ter questionado acerca das minhas ausências, mais prolongadas do que era habitual.
Para abreviar: se pensaram que eu tinha desistido - ou que alguém me tinha feito desistir - enganaram-se; e, se são dos que gostariam de me ver desistir, podem muito bem tirar o cavalinho da chuva.
Aliás, mais facilmente se voltaria a instalar o império português no Rio de Janeiro, e tal... (Não me obriguem a explicar a piada, está bem?)
Mas, como estou generoso, posso dar-vos, de borla, a seguinte informação: no tempo do império português, Brasília ainda não existia - a capital do Brasil era o Rio de Janeiro. Como se dizia no meu tempo, aprendam, que eu não duro sempre.

(Enfim, é preciso ter cá uma destas paciências!...)
Ufff!!!!!

Bem, para os outros, a quem isto não interessa nada, devo dizer-vos que, embora a minha ausência se deva sobretudo a dificuldades de acesso à internet (eu já vos tenho dito que não possuo computador próprio, não é?...), a verdade é que esta minha cidade de Almada está convidativa, e isso leva-me a passar mais tempo na rua.
Quero dizer: quem, como eu, viveu a "movida" (desculpem lá o estrangeirismo) almadense dos anos 90, andava muito desconsolado com a actividade cultural (ou falta dela, aparentemente) que se via nesta cidade durante os anos mais recentes. É que eu gosto mesmo é de ver o povo na rua, a assistir ou a participar em actividades. E parece-me que, desde o final da década de 90, isto andava muito tristonho. Agora, aparentemente, começa a arrebitar um bocadinho. Isso deixa-me muito contente.

Claro que outros terão diferentes opiniões sobre o assunto.
Existem várias maneiras de entender o que é (ou deve ser) a vida cultural de uma cidade.
Todas muito respeitáveis, certamente.

A minha (respeitável, como as vossas) é mais ou menos assim: quanto mais gente a participar, melhor; quanto mais diversidade, melhor; quanto mais oportunidades para mostrar em público o que se faz (e agora, no Verão, de preferência em plena rua), melhor.

É por isso que tenho gostado muito de passar pela Praça da Liberdade, onde estão a decorrer as chamadas "animações" (e lembro-me sempre de coisas semelhantes em que participei, nos anos 80, com o Centro Cultural de Almada - embora em condições muito mais precárias...).

Embora ande teso que nem um carapau e, portanto, sem dinheiro para ver os espectáculos do Festival de Teatro de Almada, também tenho gostado de ir, de vez em quando, à esplanada da Escola António da Costa (e lembro-me de quando era jornalista e tinha livre trânsito para ver os espectáculos - e, por falar nisso, ia mesmo vê-los, quase todos, mesmo sem ter que escrever sobre eles)...

Gosto de ir com os amigos que me restam, mesmo que certos "artistas" assobiem para o lado sempre que passo por eles... mas enfim, deve ser o meu novo visual que me fez ficar irreconhecível... pois, deve ser isso.

Ah, pois, e adorei a Festa Amarela. Foi uma das melhores edições de sempre.

Aliás, é disto mesmo que eu gosto! O povo, a festa, a diversidade... essas coisas! (Já vos tinha dito?)

(Reportagem fotográfica no blog Almada Cultural por Extenso)

Também ando muito contente com as obras do metro.Quer dizer, com as obras propriamente ditas, não. Parece que há ali muita burrice. Mas isso sou eu que digo, e eu não entendo nada de obras.
Com o metro, sim, estou satisfeito.

Eu já vos disse, também, que sou, desde que me lembro de ter opinião sobre a matéria, adepto dos meios de transporte público menos poluentes que os autocarros em que viajo normalmente.
E, apesar de todos os disparates evidentes na execução da obra, posso garantir-vos que o metro não é nenhum papão.

Acreditem: eu já estive a ver as obras no "triângulo da Ramalha", e não desapareci misteriosamente.
Aliás, fiquei até sem perceber porque raio chamam àquilo o "triângulo da Ramalha".

Porque será?


A terminar, por agora: obrigado a todos os que têm deixado mensagens simpaticas aqui (e no Debaixo do Bulcão). Se não vos respondo nem visito os vossos blogues, é mesmo só por falta de tempo e/ou acesso à internet. Espero em breve voltar a ter condições para retomar contactos mais regulares convosco.

Até à próxima, beijinhos e abraços

António Vitorino


PS, para os mesmos a quem me dirigi no topo deste artigo - Podem comentar, estejam à vontade. Aliás, aproveitem agora, que eu estou fora, para dizerem mal, se quiserem. (Ou então visitem antes os blogues especializados na coscuvilhice e na má língua. Esses, pelos vistos, têm tempo e recursos, e não encontram nada de mais interessante para fazer na vida.)

PS2 - As fotos são do já habitual colaborador deste blog, Rui Tavares

sexta-feira, junho 29, 2007

MST na Costa? Para quê...?

Aqui há uns tempos atrás, veio um ministro, (acho que foi aquele ministro que pensa que isto aqui é um deserto, mas isso agora não interessa para o caso) dizer que o Metro Sul do Tejo até pode muito bem chegar à Costa de Caparica... o mais tardar lá para 2032.
Nessa altura, houve pessoal aqui destes lados (Almada e arredores) que se fartou de rir... Mas eu, como devo ser um bocado retardado, na altura até nem percebi muito bem qual era a piada.
Quer dizer, explicaram-me depois que, com as alterações climáticas, e tendo em conta a maneira como o areal da Costa de Caparica está a desaparecer, em 2032 a Costa já nem deve existir... Portanto, para que raio irá então precisar de um metropolitano?
Pronto, tá bem, eu fiquei mais ou menos satisfeito com essas explicações.
Só continuei sem perceber porque se riam tanto. Achei que devia haver ali mais qualquer coisa.
A sério, qual era (é) a piada?
Bem, acho que agora, finalmente, percebi.
É que eu já nem me lembrava que existia, e existe, na Costa de Caparica, um outro meio de transporte sobre carris, chamado Transpraia.
E este é muito mais fixe que o MST, e proporciona uma viagem muito mais interessante: não é um eléctrico, até anda por cima das dunas, e deita fumo, e tudo...!!!
Realmente, para que é que a Costa precisa de um transporte público de massas, e ainda por cima eléctrico?
É para rir, sim senhor!
(A única coisa que me chateia no meio disto tudo é que, se olharem bem para os sítios por onde passa este comboiozito, ainda temos que dar razão ao tal ministro, com aquela estória do deserto... Portanto, o melhor é não olhar.)

sexta-feira, maio 25, 2007

Uma BD política (de 1991)

Já que se fala tanto de Margem Sul...


...é sempre bom lembrar...


... que os problemas não são de agora!
(e podem ver também um poema meu,
mais ou menos sobre o mesmo assunto,
no blog Debaixo do Bulcão
)

segunda-feira, maio 07, 2007

A pedido de várias famílias...

... aqui ficam mais algumas imagens das obras do Metro Sul do Tejo, em Cacilhas, captadas pelo fotógrafo Rui Tavares:









... e sobre este assunto podem consultar a minha opinião aqui.
(Mas é claro que, no que diz respeito a estas malfadadas obras, a minha opinião não conta, porque até sou a favor. Não é?)

sexta-feira, maio 04, 2007

Agora sim, o MST!!!

Aviso prévio: eu sou a favor do Metro Sul do Tejo.
Sempre defendi meios de transporte colectivo de passageiros que sejam alternativa ao "entupimento" das cidades pelos automóveis. Sempre defendi que, se esses meios de transporte colectivo forem menos poluentes que os vulgares autocarros, melhor ainda.
Portanto, não contem comigo para dizer mal deste "eléctrico", ou "comboio", ou lá o que é.
Mas não contem comigo também para defender a Câmara Municipal de Almada. Não tenho procuração para tal e julgo que a Câmara se defende muito bem a ela própria.

Não dei, nem vou dar, para esses peditórios.

E penso que, tal como os do "contra" podem dizer o que muito bem lhes apetece, também eu tenho o direito de dar aqui a minha opinião.
Entendido?

Sobre as obras do MST: o meu aplauso e algumas dúvidas

Que o metropolitano de superfície implicaria muitas alterações na rede viária da cidade, julgo que era ponto assente desde há muito tempo. Aliás, já em Maio de 2002, logo após a adjudicação de obra (há cinco anos, note-se), o próprio gabinete coordenador do projecto alertava para as futuras restrições do trânsito automóvel na malha urbana da cidade. Foi dito nessa altura que o MST «configura uma clara opção a favor do transporte colectivo», que iria «alterar toda a fisionomia de Almada», tendo em vista «disciplinar» a utilização do «transporte individual» (declarações de Manuel Moura, responsável pelo gabinete coordenador do projecto que venceu o concurso público para a implementação do do MST, à revista País Económico, em Maio de 2002).

Concordo. E entendo também as dificuldades e os incómodos (conjunturais, digamos) que uma obra desta envergadura, inevitavelmente, provoca. E que, neste caso, estão muito bem justificadas. (Nunca vi ninguém fazer uma omeleta sem ter de partir primeiro os ovos...)

No entanto:


- terá sido boa ideia avançar com a obra em Cacilhas ainda antes de os prometidos parques de estacionamento para residentes estarem concluídos? (Mas também porque é que os residentes não utilizam plenamente os que já existem nas imediações? Essa também não entendi...) E na zona da Praça do MFA (sim, eu digo mesmo MFA, nome que a praça já tem há praí uns trinta anos...), aí como vai ser?


- se bem me lembro, foi prometido que o avanço das obras seria feito por sectores, salvo erro de 100 metros e que, em caso algum, se começaria a intervir num sector sem que o outro estivesse concluído. Fui eu que percebi mal, ou as coisas não estão a ser feitas dessa forma?

- então e estas árvores, não eram para transplantar para o Parque da Paz? Era mesmo necessário isto? (Se bem que, há um par de anos, a Câmara deitou abaixo, pelo mesmo processo, muitos plátanos e choupos que, supostamente, causavam alergias e, nessa altura não me lembro de ter visto reclamações. Será que as alergias são causadas mesmo por essas árvores? Ou por partículas mais pequenas que esvoaçam por aí e a gente nem sequer as vê?)

Quanto às obras, enfim, fico-me por aqui. Pois é, assim de repente que me lembre, não tenho mesmo mais nenhuma reclamação a fazer! Mas quem quiser, pode agarrar nestas fotos e fazer com elas o que bem lhes apetecer (vale tudo menos não citar o nome do fotógrafo).

Ah, e sobre a articulação autocarros/comboio/metro (note-se que são empresas dominadas pelo mesmo grupo, e toda a gente parece estar a esquecer-se desse "pequeno pormenor"), tenho mais algumas dúvidas, que terão de ficar para mais tarde.

A menos que alguém me queira explicar já quais serão as alterações de serviços que os TST pretendem fazer. Vão restringir umas carreiras (as que fiquem em zonas servidas pelo MST) mas, em compensação, reforçar outras e criar ainda outras? Era tão bom, não era?

E sobre o terminal de Cacilhas, também não se fala?

Ai, ai, se eu tivesse mais tempo (e um computador, e máquina fotográfica) ainda era muito bem capaz de fazer umas investigaçõezitas assim tipo jornalísticas, estão a ver? Mas não tenho.
Uns nasceram com o rabo virado para a lua, outros nem por isso. É a vida...

(Note-se que peço explicações e esclarecimentos, e não blá blá blá e veneno - existem por aí muitos outros blogues mais adequados para debitar coisas dessas.)


António Vitorino (texto)
Rui Tavares (fotografia)


Post scriptum: enquanto elaborava este texto, alguém me avisou que, num sítio da internet onde pelos vistos não se faz mais nada senão dizer mal da CMA, alguém identificou o blog Debaixo do Bulcão como um dos que recebem financiamento do Bin Laden. Em relação a isso tenho a dizer o seguinte.

1 - O blog financiado pelo Bin Laden é este e não o Debaixo do Bulcão. Esse é subsidiado, sim, mas pelo Bloco de Esquerda - como, aliás, é evidente.

2 - Confesso que fiquei furioso com tamanha falha na segurança. É que essas cenas do financiamento até são verdade, mas não eram para se dizer. Se apanho o gajo que se chibou, nem sei o que lhe faço!...

3 - A propósito, se a ideia era intimidar-me deve ter resultado porque (olhem para mim) estou a tremer que nem varas verdes. Mas também pode ser da ressaca de ontem à noite. É que, estúpido como sou, em vez de gastar o dinheiro do tio Osama num computador para poder trabalhar, fui derretê-lo todo em álcool e drogas. (Também, comigo outra coisa não seria de esperar, não é?)

4 - Tenham juízo ou, como dizem os americanos, arranjem uma vida!

A.V.

quarta-feira, maio 02, 2007

ATENÇÃO: VOU OPINAR SOBRE O METRO SUL DO TEJO!!!

Vou opinar sobre o Metro Sul do Tejo, mas não vai ser agora.

A ideia era só chamar a atenção para o seguinte trabalho jornalístico, que fiz para a revista País Económico, de Setúbal, em Maio de 2002.

Para aumentar o texto basta deslocar o cursor para cima da respectiva imagem e dar um clic (explicação talvez desnecessária, mas pode haver alguém que esteja interessado no assunto e ainda não domine estas modernices...).




Ah, pois, afinal sempre acrescento que sim, sou a favor da implementação do MST.
Sempre fui e não é agora que vou mudar de opinião, apesar de algumas dúvidas quanto à forma como o processo está a decorrer e quanto à "articulação" e "complementaridade" entre as empresas de transportes públicos que servem esta região. Mas isso irei comentar em momento oportuno.
(Podem ir entretanto aproveitando para "desancar" - metaforicamente falando, claro - , se não em mim, pelo menos no meu trabalho, eh eh eh!...)

António Vitorino